sábado, 26 de dezembro de 2009

Quando a apatia destruiu meu coração, não foi preciso você apontar seus olhos para os meus e esperar eu suplicar perdão. Eu sabia que apesar do meu ego, eu amaria-te em vão e encontraria no frio de minha alma a esperança de recolher-me eternamente no silencio berrante do meu medo, ao qual estou preso até hoje.
Eu desejo a morte, e antes, todos os gozos da vingança. Eu não mais desejo força, e sim um tiro acidental, certeiro, logo acima do meu nariz, entre os olhos que tanto te observam cegamente por todos os corredores aos quais me rastejo em desejos de ser no minimo notado.
Maldita vida! maldita fé que me dá até o fim das gotas do suprasumo de minhas paixões adolescentes. É tudo tão cruel, tudo tão vago e ineficaz. Mas o que posso fazer? logo eu que tanto mordo os labios cheios de vontades, que falo alto e tropeço para chamar-lhe a atenção.
Então que você faça o que lhe preze o corpo, pois sua alma, é digna do inferno e de todas as dores e fadigas e fome e de sede e tudo aquilo que passo quando te desejo todo meu amor.

Nenhum comentário:

Postar um comentário